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Palestras e atividades buscam enfrentamento ao tráfico de pessoas no DF
Em referência ao Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, celebrado todo dia 30 de julho, uma programação de eventos busca conscientizar moradores do Distrito Federal contra a prática desse crime. A partir de segunda-feira (30/7) até o próximo sábado (4/8), uma série de atividades vai promover a reflexão sobre o tema. A 5ª Semana de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no Distrito Federal acontece na Rodoviária Interestadual de Brasília, na Defensoria Pública da União e na Escola Meninos e Meninas do Parque, na 908 Sul.
Audiência pública debaterá o desaparecimento e o tráfico de pessoas no Brasil
Foi agendada para 4 de dezembro (terça-feira) audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), para debater o desaparecimento e o tráfico de pessoas no Brasil. A audiência foi solicitada através do REQ 104/2018, do Deputado Luiz Couto (PT/PB).
Taxista encontra filha, 24 anos depois de esta ter desaparecido
Wang Mingqing, um taxista da cidade chinesa de Chengdu (província de Suchuan), nunca desistiu de procurar a filha Qifeng, que há 24 anos desapareceu da banca de fruta onde trabalhava com a mulher. Nesta terça-feira, depois de mais de duas décadas de busca incessante, a família reencontrou-se finalmente.
Comissão de Ações Sociais do CFM participa de evento do MPRJ que apresentará diagnóstico do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos
Os integrantes da Comissão de Ações Sociais do CFM, Ricardo Paiva e Paula Peixoto, participam nesta quinta-feira (26) do Seminário ‘Diagnóstico do PLID/MPRJ: o desaparecimento nas burocracias do Estado’, organizado pela Assessoria de Direitos Humanos e de Minorias (ADHM/MPRJ), com o Centro de Pesquisas e Inovações (CENPI/MPRJ), o Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (Sinalid) e o Instituto de Educação e Pesquisa (IEP/MPRJ).
Com 500 pessoas desaparecidas por mês, Rio faz mapeamento inédito
Um levantamento inédito do Ministério Público do Rio mapeou o perfil de pessoas desaparecidas no estado. Segundo dados do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID), 52% dos casos são de jovens, com idades entre 12 e 29 anos – a maioria, negros e pardos.















